Após o período aparentemente ininterrupto de crescimento a nível global, a tendência de queda devido à bolha imobiliária norte americana, o mercado se encontra em um momento de ampla movimentação financeira para cobrir as despesas e gerar lucro no período de crise, aproveitando-se do fato de que as incertezas irão elevar o cambio e potencializar os ganhos das empresas multinacionais.
Nos anos em que se sucedeu o aumento do volume de negócios, alguns países emergentes se adaptaram rapidamente ao quadro e criaram meios não apenas para participar, e sim para atrair o volume de dinheiro que circulava pelo mundo.
A China cresceu rapidamente a altos níveis pois criou meios de se desenvolver atraindo investidores com condições muito favoráveis, elevando seu pólo industrial. Nestes anos o crescimento da China ficou no patamar dos 10%.
A Índia alcançou posição estratégica no mercado global como um dos maiores fornecedores de tecnologia de ponta do planeta, resultado de massivo investimento em educação e visão de futuro. Hoje a Índia é um dos maiores parceiros norte americano exportando profissionais de TI e softwares. O resultado foi similar ao da China, com crescimento anual em torno de 9% basicamente baseado na industria de serviços.
O Brasil nesta época também atraiu muitos investimentos, porem investimentos especulativos em sua maioria e não para o desenvolvimento do país. Foi possível com o volume a quitação da divida com o FMI, medida importante para minimizar as oscilações de mercado e cambio.
Porem o país não se adequou como outros paises e não soube atrair investimento para o desenvolvimento de sua industria. O crescimento do país nestes anos foi ínfimo, em torno de 2%. Em período de grande alta 2% faz economistas questionarem qual será o crescimento real numa crise de nível global
